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quarta-feira, 29 de maio de 2013

the time of thousands of thoughts



Sometimes we try to reach the impossible just because our heart tell us to go.

We know that the achievement is almost impossible to come true, but we still try.

I would like to keep living my life like that, being a believer.

Knowing that sometimes the sun doesn't shine in the morning and sometimes doesn't talk to us nomore.

Nevertheless, i want to keep being a believer in the sun and in the moon.

I'm not ready to stop believing.

I can't imagine the day after of the loosing faith.

The sun may burns, but i will always love the sun. and it may fall rain everyday that i will not forget my sun.

And in a moment of pain, we grown in strenght to do our purpose in this earth life.

And i will set the fire.


we could break the silence. but there are no words to be spoken. and after all, under the skin we are all the same.



segunda-feira, 20 de maio de 2013

TheWorldShape blog invites! #ruinevesmunhoz



Hoje o THE WORLD SHAPE blog dá inicio a um espaço novo que consiste no convite lançado a um convidado para escrever sobre um tema determinado.
Com esta rubrica pretendo lançar no blog um espaço mais alargado de troca de conhecimento, visto eu ser uma aficionada / viciada em knowledge!
Do meu ponto de vista, a vida só faz sentido se for vivida, partilhada com os outros pois guardar experiências fantásticas que se passam ao nosso redor ou em que nos vemos envolvidos, não tem qualquer sentido ou utilidade. A diversidade cultural, de pensamento, de contextos sociais, geográficos, religiosos, étnicos, é que traz sabor e aventura à vida.
O primeiro convidado a quem o THE WORLD SHAPE lançou este desafio foi a Rui Munhoz, viajante por natureza, vontade e determinação, colocou por escrito a sua visão de algo que hoje em dia faz todo o sentido, o ser-se cidadão do Mundo.

O muito obrigado pela disponibilidade e a todos os seguidores do blog uma boa leitura!
Be always in a shanti mood, World :) 


TheWorldShape blog invites:
Rui Neves Munhoz


"Ser cidadão.

Cada opinião, cada ideia, valem apenas o que podem valer e as minhas pesam certamente muito pouco, nos dogmas, dos que me rodeiam. Tenho muitas dúvidas e escassas certezas, mas continuo a acreditar no homem, na solidariedade, na tolerância e na mãe natureza.

‘’Ser cidadão’’ representa a acção e ‘’estar cidadão’’ significa a omissão, neste difícil equilíbrio ético, cumpre-se a nossa missão. ‘’Ser cidadão’’ é o inverso de caminhar por entre os pingos da chuva; é ousar desobedecer; é saber pensar; ter responsabilidade social, ter consciência da realidade circundante; é lutar com as palavras, sacrificando a própria vida, por uma vida melhor.

Com a cidadania não acontece o mesmo que com as leis da natureza e da física, que são universais e imutáveis, porque a cidadania é entendida, de modo diferente, por cada povo, por cada cultura. Conforme os preconceitos e as atitudes culturais e religiosas, impõem um comportamento social, ou regras de conduta. Num mundo perfeito, existiriam esses pilares estruturantes e inalienáveis da cidadania, que têm a ver com a dignidade e direitos do homem, independentemente das questões sociais, geográficas e religiosas. Sei que sou utópico, mas se perdermos a capacidade de reinventar a utopia, então perderemos o que nos resta de humanidade.

É com tristeza que grito e escrevo, que a plenitude de ‘’ser cidadão’’, não se cumpre para metade da humanidade.

Em mais de uma centena de países, a mulher não é ‘’ser’’, é ‘’objecto’’; escrava, mutilada, abusada, encarcerada, amordaçada, silenciosa e submissa, traficada entre a sua família e a família do marido proprietário, sem direito a falar, ou sequer pensar. Como pode o ser humano ser a invenção suprema de um deus, se o seu destino não se cumpre em metade de si próprio?

Em mais de uma centena de países, as crianças não cumprem o seu destino de crianças, sendo-lhes negado o acesso fundamental à saúde, à educação, a uma família, a um futuro digno. Obrigadas a trabalhos forçados, à violência física e moral, estaremos a criar homens que nunca foram crianças.

Em mais de uma centena de países, a humanidade conhece apenas o medo e a fome, submissa a dogmas e religiões, a opressores e torturadores.

Em mais de duas centenas de países, o homem é escravo do seu semelhante, sem direito à dignidade de um trabalho remunerado, sem saber o significado da palavra esperança.

Na Europa, onde já se viveu uma cidadania plena, que está hoje tendencialmente ameaçada e amordaçada no Sul Atlântico e Mediterrânico, o imperativo categórico da democracia, extingue-se com o surgimento de novos paradigmas do estado, da sociedade e do direito. Governos castigadores e de vocações totalitárias, afastam o estado do cidadão, semeando medos, onde deveria soprar o vento da cidadania e da sustentabilidade.

Na América latina, muito se construiu, em termos de cidadania, direitos humanos e participação, ao longo das últimas décadas. As ditaduras militares foram substituídas por governos populistas, com preocupações sociais, mas prevalecem assimetrias e desigualdades trágicas.

Nos Estados Unidos, a democracia é uma miragem, e apenas no Canadá, se cumprem os direitos e deveres inalienáveis do cidadão.

Em África, governos totalitários e corruptos, antagonismos religiosos, exploração dos recursos naturais por trabalho escravo, genocídio, mutilações e violações, fome, sede, doenças e medo, dominam um continente rico de recursos naturais e habitado por populações miseráveis.

No médio Oriente e na Ásia, os direitos humanos e a cidadania, permanecem inexistentes, na quase totalidade do continente.

Na longínqua Oceânia, a Austrália e Nova Zelândia, são exemplos de democracia e de cidadania, mas com fantasmas de um passado recente de discriminação racial, em relação ás populações autóctones.

Ser cidadão, em Portugal, é usar as palavras, ditas e escritas, é semear uma indómita vontade de mudança. É libertar um país amordaçado, triste e deprimido, onde o maior medo é o medo de ter medo. Ser cidadão, em Portugal, é acreditar que a um povo não se rouba nunca a dignidade."
Rui Neves Munhoz

as fotos são da autoria de rui neves munhoz, todos os direitos de autor estão reservados.
são fotos que revelam a realidade de inumeras crianças indianas, o trabalho infantil.

all rights reserved | photo by rui neves munhoz

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domingo, 12 de maio de 2013

Jihad da Compaixão || TEDxCoimbra2013





TEDxCOIMBRA Tertúlia Compaixão 11.05.2013, Museu da Pedra, Cantanhede || TEDxCoimbra 2013


 “We are living a period of crucial mobilization” and this is “the best idea Humanity ever had”. Charter For Compassion.

Não há dúvida, os tempos que a Humanidade actualmente atravessa são difíceis, confusos, sinuosos.
As questões que diariamente colocamos, sejam elas pessoais ou transversais à sociedade, sejam elas locais ou abrangentes de diversos povos e culturas, são imensas e muitas vezes ecoam sem resposta. Ou, pelo menos, sem uma resposta aparente.

Talvez a resposta para as questões que a Humanidade coloca seja de uma simplicidade perturbadora. E o que nos perturba, abala-nos, mas, simultaneamente, faz-nos evoluir.

O caminho que devemos seguir nem sempre é linear e nem sempre está aberto, por vezes encontra-se fechado e isso também é preciso; é preciso parar para pensar, repensar atrás para depois avançar.

“We will gather, we will hear the word everywhere”. 

Compaixão.

Ou a capacidade de criar vida e paz.

O ser humano não vive sozinho no Mundo, vive em comunidade com os outros seres humanos, vive e partilha um Planeta com outros seres vivos, depende da Natureza.

Saber aceitar essa inter-ação e essa dependência faz do Homem um ser que necessita de se preocupar com o que o rodeia. Ou seja, tendo em vista que o nosso bem-estar é um reflexo do bem-estar dos outros e do equilíbrio dos ecossistemas, o Homem tem uma necessidade de ter de sair de si e colocar a sua primordial preocupação no bem-estar do outro.

Colocar o “eu” de lado, mudar o sujeito, passar a pensar e agir como “nós”. Não sou apenas eu, somos todos nós.

O Mundo exige-nos isto para que o possamos mudar.

É crucial este exercício, sairmos de nós próprios e irmos ao encontro do outro; não por pena, por solidariedade ou até misericórdia, mas sim porque a Humanidade é um único Ser e se algum dos seus membros não estiver bem, estiver doente ou a sofrer, todo o resto do Ser também estará e não poderá evoluir.

Neste Ano Europeu da Cidadania faz todo o sentido repensar qual o sentimento que nos une a todos nós, cidadãos. O que é transversal a religiões, culturas, línguas, sistemas económicos, a tudo, e que atinge cada cidadão no seu mais profundo interior fazendo-o viver com paixão tudo aquilo que o rodeia.

Muito se pode dizer sobre compaixão, historicamente, socialmente, a evolução do próprio conceito. No entanto, para mim, vejo a jihad da compaixão não mais do que o caminho, the path, para se alcançar a verdadeira cidadania global. Eu pertenço ao Mundo. 

E quem é o Mundo? Os outros, todos nós. E isto é a pura Vida a acontecer.

E quando a vida acontece, o Mundo evolui. E quando o Mundo evolui, a paz reina nos corações de todos os homens e mulheres.

A melhor forma de contagiar os outros com esta nobre forma de viver a vida, é transmiti-la pelas nossas acções; por ao verem o nosso comportamento os outros sintam um apelo emocional que se transforma num vínculo que une todos os homens e mulheres.

Este equilíbrio entre a nossa evolução pessoal e a dos outros, o sermos ativos numa e noutra evolução, irá abrir caminho para um futuro longo e próspero.

Seremos capazes? E porque não?

Não houve um dia em que ousámos sair do Planeta e conquistar o espaço? Não seremos capazes agora de quebrar as fronteiras do nosso próprio “eu” e irmos para além, rumo ao “nós”?

Este é o desafio da compaixão. Esta é a Força que desafia a própria Vida.

Brilhante Tertúlia TEDxCoimbra.

Todos juntos somos fantásticos.

Paula Franco 

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sexta-feira, 10 de maio de 2013

feeling good with Alissi Bronte


Skin Cleansing || Limpeza Facial

Esta sexta-feira, durante a tarde, estive numa experiência fantástica!

Uma limpeza facial promovida por Sandra Garcia, empresária de beleza, no Salão Marina Cabeleireiros, com os produtos Alissi Bronte.

Maravilhosa! Cativou-me pela qualidade dos produtos e professionalismo da técnica que efetuou a limpeza.

Uma excelente iniciativa na qual participei com a minha amiga Maria João Marques e que dou os parabéns pela ideia a Sandra Garcia.

No final, tivémos direito a duas lembranças Alissi Bronte :)

Aqui fica o site da marca para explorarem e se quiserem experimentar, é só marcarem!

http://www.alissibronte.com/

wonderful experience with the products of Alissi Bronte!

with Sandra Garcia and Maria João Marques || all rights reserved

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segunda-feira, 6 de maio de 2013

pela partilha unimos vontades


TEDxCOIMBRAED Educação para a Sustentabilidade 20.04.2013



A água.

Fonte de vida. Geradora de civilizações. Impulsionadora do progresso.

Um bem precioso mal compreendido e mal gerido pela raça humana. Não basta defender que todos devemos ter acesso à água. É necessário repensar todo o entendimento sobre o conceito, sobre como deve a mesma ser encarada, gerida, em suma, é necessária toda uma estratégia inovadora na educação pela sustentabilidade da água.

Encarar os erros que têm sido cometidos sobretudo ao longo de décadas da era contemporânea é uma tarefa primordial. Só assim, com essa mesma análise de erros e tácticas de abordagem seremos capazes de evitar um futuro que poderá ser catastrófico.

A natureza é perfeita, a tentativa humana de a controlar é que provoca o desiquilibrio a que assistimos.

Diversos investigadores divulgam os seus estudos, fazem ecoar as suas opiniões que são verdadeiros apelos de consciência a todo um comportamento que se tem revelado avassalador.  

Conferências, tertúlias, seminários, são tudo conversas, desabafos em voz alta para todos os grupos económicos, políticos, governantes, ouvirem e atuarem.

É urgente compreender que a nossa pegada ecológica não pode reflectir um estilo de vida egoísta e material. Os recursos hídricos são um dos pilares da nossa existência – devem ser respeitados como tal.

Não basta fechar a torneira. Um comportamento sustentável não se fica por comportamentos pontuais.

É preciso educar. É preciso que haja uma educação sustentável para que o objetivo seja alcançado.
E qual é o objetivo? Ainda há dúvidas? Um Mundo onde valha a pena acontecer e fazer acontecer a partilha da visão humanista.

Um sentimento transversal ao TEDxCoimbraED, projectado em cada Tedxer que acompanhou as talks, absorvendo o conhecimento brilhantemente partilhado.

E pela partilha unimos vontades.

Paula Franco 


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