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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

We Exist In Black

when the sun warms our days and the sky way up high is filled with blue, gives that will make the contrast by using the color deeper, more intense of all colors, black.
truly fantastic, when we use the black in the daytime sun, we feel an immense inner power, an unshakable force.
we exist in black.
we fuse it in with black.

PCf
#tws #peoplestribe

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quando o sol aquece os nossos dias e o céu bem lá no alto enche-se de azul, dá aquela vontade de fazer o contraste usando a cor mais profunda, mais intensa de todas as cores, o preto.
verdadeiramente fantástico, quando usamos o preto em pleno dia de sol, sentimos um imenso poder interior, uma força inabalável.
nós existimos em preto.
nós fundimo-nos com o preto.

PCf
#tws #peoplestribe

source: pinterest







terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

The Bohemian Word || Balzac

No século XV, passou a significar 'cigano' ou membro de tribos nomadas supostamente originárias da região da Boemia.
Já no século XVII, com Tallemant des Réaux, bohème passa a designar também o indivíduo "que leva uma vida desregrada", num estilo de vida caracterizado pela despreocupação com relação a bens materiais, a grandes projetos, às normas. Era para descrever uma vida à margem da sociedade e cultivar uma nova forma de liberdade de pensamento, e uma preocupação de usar nomeadamente roupas excêntricas.
O termo passa do francês ao português, na acepção do século XVII: 'vagabundo, indivíduo de vida desregrada' ou não convencional, eventualmente ligado às artes ou à literatura, ou mero aventureiro que vivia de forma despreocupada.
Nesse sentido, mais tarde, no século XIX surge um movimento artístico e literário, constituído à margem do movimento romântico, mais "aristocrático" e fora do uso da sua época.
Será Balzac, que em 1844, ao escrever Um Príncipe da Boémia, faz rasgados elogios a tal juvenil comportamento: «A palavra Boémia diz tudo. Ela não tem nada e vive de tudo. A esperança é a sua religião, a fé em si mesma é o código, a caridade o seu orçamento. Todos esses jovens são maiores do que o seu infortúnio, abaixo da sorte, mas acima do destino».

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In the fifteenth century, it has come to mean 'Gypsy' or members of nomadic tribes allegedly originating in the Bohemia region.
In the seventeenth century, with Tallemant des Réaux, bohème shall also designate the individual "who leads a dissolute life," a lifestyle characterized by the lack of concern with regard to material goods, to large projects, standards. It was to describe a life on the margins of society and cultivate a new form of freedom of thought, and a concern to use such eccentric clothes.

The term goes from French to Portuguese within the meaning of the seventeenth century: 'bum, individual riotous living' or unconventional, possibly linked to the arts or literature, or mere adventurer who lived carefree manner.

In this sense, later, in the nineteenth century it appears an artistic and literary movement, made on the sidelines of the Romantic movement, more "aristocratic" and out of use of their time.

Balzac is that in 1844, when he wrote A Prince of Bohemia, is high praise to such juvenile behavior: "The Bohemian word says it all. She has nothing and lives of all. Hope is its religion, faith itself is the code, charity your budget. All these young people are bigger than their misfortune, below the luck, but above the target. "







domingo, 21 de fevereiro de 2016

The Wolf

Os índios americanos eram um povo profundamente espiritual e comunicavam a sua história, pensamentos, ideias e sonhos de geração em geração através de símbolos e sinais , como o símbolo do Lobo.
O Lobo simboliza direção e liderança assim como também proteção e destruição. O símbolo do lobo significa força, resistência, instinto ligado à inteligência, valores familiares e acreditavam que dava orientações em sonhos e meditação.
De acordo com o mito da criação Pawnee, o lobo foi a primeira criatura a experimentar a morte. Algumas tribos acreditavam que os lobos, uivando para a lua, eram seres espirituais que podiam falar com os deuses e conferir poderes mágicos.

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Native American Indians were a deeply spiritual people and they communicated their history, thoughts, ideas and dreams from generation to generation through Symbols and Signs such as the Wolf symbol.
The meaning of the Wolf symbol is to symbolize direction and leadership and the wolf symbol also embodied both protection and destruction. The Wolf symbol signified strength, endurance, Instinct linked with intelligence, family values and believed to give guidance in dreams and meditation.
According to the Pawnee creation myth, the wolf was the first creature to experience death. Some tribes believed that the timber wolves, howling at the moon, were spiritual beings that could speak to the gods and impart magical powers.






sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

The Portuguese Shawl : Origins


Use the scarf or shawl (the Persian shal) is very old, at least in the East, maybe it's originally from Kashmir, its main production center. In the West its use appears only in the early nineteenth century.

The use of the shawl seems to have been introduced to Europe around 1798 by French soldiers who made the campaign in Egypt.

They were very expensive, and the finest that were made of the hair of a goat that existed in northern India and its preparation took about a year.

However, in 1818, the French began to imitate the Shawl of Kashmir, but the warp was silk and woof in Tibetan goat hair and merino or Australian wool, maintaining the richness of colors and the beauty of typically oriental designs, but as its use has been disclosing any material or design served to your clothing.

In Portugal they entered slowly.

The first shawls have been brought by ship captains that offered to their wives. Initially were used as the house ornament, only later they began to appear at dances involving the shoulders of women.

source: Folclore Online by Carlos Cardoso & Pinterest

O uso do xale ou xaile (do persa Shāl) é muito antigo, pelo menos no Oriente, defendo-se que será originário de Caxemira, o seu principal centro produtor. No ocidente o seu uso surge apenas no princípio do século XIX.

O uso do Xaile parece ter sido introduzido na Europa por volta de 1798 por soldados Franceses que fizeram a campanha no Egipto.

Eram muito caros, sendo mais finos os que se faziam do pêlo de uma cabra que existia no norte da Índia e a sua confecção levava cerca de um ano.

Todavia, em 1818, os Franceses, começaram a imitar o Xaile de Caxemira, mas a urdidura era de seda e a trama em pêlo de cabra do Tibete e lã merina ou Australiana, mantendo a riqueza das cores e a beleza dos desenhos tipicamente orientais, mas à medida que o seu uso se foi divulgando, qualquer matéria ou desenho servia para a sua confecção.

Em Portugal entraram lentamente.


Os primeiros xailes teriam sido trazidos pelos capitães de navios que os ofereciam a suas esposas. Inicialmente foram utilizados como ornamento da casa, só posteriormente começaram a aparecer em bailes envolvendo os ombros das senhoras.

source: Folclore Online by Carlos Cardoso & Pinterest