quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Blood & Swords

Rise Up
Young Child

Where's your soul?

Lost in the fields
of ancient memories

Find the path
between blood & swords

Cross the river
Of tears & sorrows

Build a castle
Hide yourself
Soldier of never ending 
battles with no regret
Rise Up,
Young Child,
Rise Up.

Paula Cristina Franco
poet 

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domingo, 16 de outubro de 2016

The river carries a secret

Like him, she was disturbed & out of control.

It was his madness & his mind that took her heart.

She was forever in love with him. She was forever lost.

She could love him in silence without anyone knowing, but him.

Because they were the world.

Whatever the river flows, they go beyond.


Paula Cristina Franco
poet 

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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Intemporalidade Parte I

A Intemporalidade
das palavras
dos gestos
dos olhares
atravessa o oceano invisível
da nossa existência,
carrega o nobre fardo
da memória
retida
aprisionada
num interior muito nosso,
apenas nosso.

A Intemporalidade
sas coisas
dos momentos
dos factos
percorre o Universo negro
em que mergulhamos
inocentemente, ou não, o nosso
ser.

Paula Cristina Franco
poet
#unconventional #restless #mind


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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

25 years of Nevermind - few and humble words

thunderous rage and hysteria were unleashed on stage turning every moment in a timeless poem of free and naked soul revealing shadows hidden by normality. Paula Cristina Franco


25 years of Nevermind - few and humble words

Aquilo que somos é furjado de sons, palavras, pessoas e momentos que vamos colecionando ao longo dos anos, que vamos retendo na nossa memória e assim construímos a nossa mente.

Os anos que levamos a crescer / evoluir são os anos que levamos a compreender o que nos influencia.

Quando os Nirvana surgiram, tudo mudou. A nossa perceção de que a raiva contida era a vontade de abanar a normalidade, quebrar regras e padrões sem sentido, e ver o mundo com outros olhos, foi talvez o primeiro impacto da musica de Kurt Cobain. Tudo aconteceu com Bleach, para mim, o melhor album de todos. Não apenas por ser o primeiro, mas porque sinto o Bleach como uma mensagem inteira, que deve ser ouvida da primeira à ultima musica, seguido. Não deve ser ouvido quando se quer mas sim quando se precisa de entender alguma mensagem.

Os Nirvana fizeram despertar aqueles que estavam adormecidos e enclausurados em regras que não se encaixavam. O resultado foi nunca mais conseguirmos encaixar numa sociedade que não queria mudar porque tinha e tem medo do desconhecido.

Nevermind, uma verdadeira obra prima, uma evolução brutal e majestosa de Bleach, espalhou-se pelo mundo como o vento. Nunca foi mais fomos os mesmos depois de Nevermind. Penso que o sucesso de Nevermind foi porque, mais do que a música, as pessoas procuravam uma atitude, um statement, E os Nirvana eram mais do que simples musica, eram ideias, comportamentos, atitudes, moda ou anti-moda, talvez, uma mensagem. Nirvana era uma atitude perante o mundo, em todas as suas áreas.

Música pela imortalidade e glória e não por dinheiro. 

Thank you, Nirvana. You set us free.

Paula Cristina Franco












sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Nós Fomos os Escolhidos

Nós fomos os escolhidos para agitar marés
e lançar as tempestades

Filhos de tempos incertos aprendemos com a turbulência
crescemos na perturbação

Tempos instáveis, oscilantes entre o certo e o errado
Dizem-nos que estamos perdidos

Nunca foi tão interessante atravessar estradas sem destino
e não acreditar no predistinado

Nós fomos os escolhidos para tempos inconstantes
Pertencemos ao Momento.
Existimos no Instante.

Paula Cristina Franco
poet


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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Winter's Dream

Cold mornings rise in the horizon
calling us for dark times ahead
where we'll be lost in deep moments
saying goodbye to the summer spells
those nights we loved & laughed & cried
together hearing the sea whispers
laid down in the soft sand
under our feet,
we had it all rolling over & over
Hearts that can't be tamed
tears that can't be dried
smiles that can't be avoided
the summer feeds the soul
We cry & we surrounded ourselves
to the winter veil
Trees shaking their leaves
telling us it's time, time my friend
to dance with ghosts & shadows

We are all falling into the winter's dream,
the long silence of restless souls

Paula Cristina Franco
poet





quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Ancient Children

Alpha Dimension.
Observation.


Thunders crossing the sky
making stars collapsing
into her heart
breaking them
in falling pieces
A constantly seek outside
daydreams & nightmares
a lost paradise
somewhere forgotten
Ancient children around the world
in search of new worlds

Someone says,
I've been waiting for you.
Here Iam.

Paula C. Franco 
unconventional poet




sexta-feira, 9 de setembro de 2016

These Are The Voyages Of The Starship Enterprise | 50th Anniversary

Falar de Star Trek é falar da minha infância, adolescência e vida adulta.

Cresci com os filmes e as séries, aprendi com cada aventura, apaixonei-me pelo espaço. 

Spok era aquela figura simplesmente espetacular, o oficial de ciência, lógico, extremamente culto, com sabedoria, conhecimento e capacidades verdadeiramente fora de série que me fascinavam.

Sinto-me uma privilegiada por ter acompanhado ao longo destes anos todas as aventuras, que começaram muito antes de eu ter nascido e que felizmente continuam no presente.


Um carinho muito grande por Leonard Nimoy.

Uma saudade por "Bones", um lamento por Checkov.

Um muito obrigado a Gene Roddenberry por ter criado uma das histórias mais brilhantes do cinema e que inspirou e continua a inspirar a Humanindade.

We will never forget you and whatever you are, be sure we'll keep dreaming about space, the final frontier.

PCf


No começo de 1961, Gene Roddenberry fez um rascunho de uma série de ficção científica que se tornaria Star Trek. Apesar dele ter promovido a série como um faroeste no espaço, Gene na verdade inspirou-se em Gulliver's Travels, de Jonathan Swift, querendo que cada episódio tivesse dois níveis, uma história de suspense e aventura, e uma história que transmitisse um valor moral.

As histórias de Star Trek normalmente mostram as aventuras de humanos e alienígenas que servem a Frota Estelar, uma armada pacífica que serve a Federação Unida dos Planetas. Os personagens são essencialmente altruístas, cujos ideais são aplicados nos dilemas apresentados na série. Os conflitos apresentados em Star Trek representam uma alegoria para conflitos contemporâneos: a série original discute questões da década de 1960, assim como os seus spin-offs refletem as questões das suas respectivas décadas. Gene Roddenberry disse: "[Ao criar] um novo mundo com novas regras, eu podia discutir sobre sexo, religião, Vietname, política e misseís intercontinentais. Realmente, nós colocamos em Star Trek várias questões: nós estávamos a enviar mensagens e felizmente elas passaram pela emissora".

Roddenberry desejava mostrar no que a humanidade se poderia transformar se eles tivessem aprendido com as lições do passado, mais especificamente terminando com a violência. Um bom exemplo são os vulcanos, um povo que teve um passado bem violento porém aprenderam a controlar as suas emoções. 

Roddenberry também queria colocar uma mensagem contra a guerra, assim como também queria mostrar a Federação Unida dos Planetas como se fosse uma versão otimista e ideal das Nações Unidas.




Enterprise Crew and the creator of Star Trek, Gene Roddenberry



Captain Kirk

Commander Spok

Dr Leonard "Bones" McCoy



the original and the present actors

Star Trek 2016

50 years of space adventures


United Federation of Planets

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Miles of Road

Miles of road
beyond the horizon

Leading us through
mountains of rocks
& deserts of empty
sounds

Lost souls
wanderers on a 
lost desert

We ride, we ride
searching
deep dreams
turned into reality

We are

Lost souls
wanderers on a
lost desert

We are

Miles of road
beyond the horizon

Baby, we are

PCF
writer of unconventional thoughts






sexta-feira, 2 de setembro de 2016

I sat belonely

I sat belonely down a tree,
humbled fat and small.
A little lady sing to me
I couldn't see at all.
I'm looking up and at the sky,
to find such wondrous voice.
Puzzly puzzle, wonder why,
I hear but have no choice.
'Speak up, come forth, you ravel me',
I potty menthol shout.
'I know you hiddy by this tree'.
But still she won't come out.
Such softly singing lulled me sleep,
an hour or two or so
I wakeny slow and took a peep
and still no lady show.
Then suddy on a little twig
I thought I see a sight,
A tiny little tiny pig,
that sing with all it's might.
'I thought you were a lady'.
I giggle, - well I may,
To my suprise the lady,
got up - and flew away.



Taken from: In His Own Write by John Lennon